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Please use this identifier to cite or link to this item: http://acervodigital.unesp.br/handle/11449/10365
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dc.contributor.authorPereira, Gustavo Alves-
dc.contributor.authorCorrêa, Luiz de Souza-
dc.contributor.authorBoliani, Aparecida Conceição-
dc.date.accessioned2014-05-20T13:30:31Z-
dc.date.available2014-05-20T13:30:31Z-
dc.date.issued2011-10-01-
dc.identifierhttp://dx.doi.org/10.1590/S0100-29452011000500026-
dc.identifier.citationRevista Brasileira de Fruticultura. Sociedade Brasileira de Fruticultura, v. 33, n. spe1, p. 222-226, 2011.-
dc.identifier.issn0100-2945-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/10365-
dc.description.abstractA maioria dos plantios de bananeira ainda é realizada utilizando mudas tradicionais, mas outros métodos de propagação, como a micropropagação in vitro, vêm sendo desenvolvidos e aperfeiçoados, para elevar a taxa de multiplicação em curto espaço de tempo e melhorar a qualidade da produção de mudas. Contudo, a contaminação é um dos maiores problemas desta técnica. Este trabalho teve por objetivo avaliar a eficiência da descontaminação de explantes de bananeira com o uso de diferentes concentrações de cloro ativo durante a assepsia do explante. O delineamento experimental utilizado foi inteiramente casualizado e constituído de cinco tratamentos e cinco repetições, sendo cada repetição representada por 5 explantes em diferentes concentrações de cloro ativo, sendo: T1 (testemunha, sem cloro ativo); T2 (0,5%); T3 (1,0%); T4 (1,5%), e T5 (2%). Os dados obtidos foram submetidos à análise de variância, e as médias, comparadas pelo teste de Tukey, a 5% de probabilidade. Os resultados permitiram concluir que a maior eficiência dentre os tratamentos testados foi a imersão dos explantes em hipoclorito de sódio com 2% de cloro ativo, sendo as doses testadas não tóxicas aos explantes, permitindo o desenvolvimento normal dos mesmos, concluindo assim que essa concentração possa ser utilizada para o controle de contaminações para micropropagação de bananeira cv. Grande Naine.pt
dc.description.abstractBrazil is one of the world largest producers of bananas, with a planted and harvested area of 504.586 ha in 2006 (IBGE, 2008). Most of the banana plantations are still cultivated using the traditional rooted young plants, but other methods of propagation such as in vitro micropropagation are constantly being developed and improved, to increase the multiplication rate in short time and to improve the quality of the seedlings production. However, contamination is a major problem of this technique. This study aimed to evaluate the efficiency of decontamination of banana explants, using different concentrations of active chlorine during the sterilization of the explants. The experimental design was randomized and consisted of five treatments and five repetitions, each one of 5 explants, at different concentrations of active chlorine, T1 (control) without active chlorine, T2 (0,5%), T3 (1,0%), T4 (1.5%) and T5 (2%). The contaminations were subjected to analysis of variance and means compared by Tukey test at 5% probability. The results showed that the highest efficiency among the treatments was the immersion of explants in sodium hypochlorite solution with 2% active chlorine, and the doses tested were not toxic to the explants, allowing normal development of them, thus concluding that concentration can be used to control contamination in banana micropropagation.en
dc.format.extent222-226-
dc.language.isopor-
dc.publisherSociedade Brasileira de Fruticultura-
dc.sourceSciELO-
dc.subjectcultura de tecidos de plantaspt
dc.subjectcloro ativopt
dc.subjectMusa sppt
dc.subjectPlant Cell Cultureen
dc.subjectactive chlorineen
dc.subjectMusa spen
dc.titleDesinfestação e estabelecimento in vitro de explantes de bananeira 'Grande Naine' em diferentes concentrações de hipoclorito de sódiopt
dc.title.alternativeDisinfestation and establishment of in vitro explants of banana 'Grande Naine' in different concentrations of sodium hypochloriteen
dc.typeoutro-
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
dc.description.affiliationUNESP Departamento de Fitotecnia, Tecnologia de Alimentos e Sócio Economia-
dc.description.affiliationUnespUNESP Departamento de Fitotecnia, Tecnologia de Alimentos e Sócio Economia-
dc.identifier.doi10.1590/S0100-29452011000500026-
dc.identifier.scieloS0100-29452011000500026-
dc.identifier.wosWOS:000297793700025-
dc.rights.accessRightsAcesso aberto-
dc.identifier.fileS0100-29452011000500026.pdf-
dc.relation.ispartofRevista Brasileira de Fruticultura-
Appears in Collections:Artigos, TCCs, Teses e Dissertações da Unesp

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