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Please use this identifier to cite or link to this item: http://acervodigital.unesp.br/handle/11449/119191
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dc.contributor.advisorGobbi, Sebastião [UNESP]-
dc.contributor.advisorGonçalves, Raquel [UNESP]-
dc.contributor.authorGallo, Luiza Herminia-
dc.date.accessioned2015-03-23T15:17:15Z-
dc.date.accessioned2016-10-25T20:39:09Z-
dc.date.available2015-03-23T15:17:15Z-
dc.date.available2016-10-25T20:39:09Z-
dc.date.issued2009-
dc.identifier.citationGALLO, Luiza Herminia. Efeito crônico do alongamento estático sobre a capacidade funcional de idosas. 2009. 41 f. Trabalho de conclusão de curso (licenciatura - Educação Física) - Universidade Estadual Paulista, Instituto de Biociências de Rio Claro, 2009.-
dc.identifier.urihttp://hdl.handle.net/11449/119191-
dc.identifier.urihttp://acervodigital.unesp.br/handle/11449/119191-
dc.description.abstractDurante o processo de envelhecimento ocorrem alterações morfofisiológicas que podem acarretar em dificuldades na realização de atividades da vida diária (AVDs), diminuindo conseqüentemente a independência do idoso e comprometendo sua qualidade de vida. Para atenuar e/ou retardar tais alterações, diversos autores têm recomendado a prática regular de atividade física voltada para o desenvolvimento dos componentes de capacidade funcional (CF). Especificamente para a flexibilidade, a realização de exercícios de alongamento tem sido amplamente recomendada pela literatura. De qualquer forma, poucos estudos analisaram o efeito crônico do treinamento da flexibilidade em diferentes volumes sobre a CF de idosos. Desta forma, o objetivo desse estudo foi analisar o efeito de 16 semanas de treinamento de flexibilidade, através de alongamento estático, realizado com dois diferentes volumes, sobre a CF de idosas. Participaram deste estudo 23 mulheres (67,4 ± 7,3 anos; 64,9 ± 8,7 kg; 155,1 ± 5,8 cm; 27,5 ± 3,5 kg/m2) divididas em dois grupos: Grupo Treinamento de 30 segundos (GT30, n=15) e Grupo Treinamento de 60 segundos (GT60, n=8). As participantes do GT30 e GT60 foram submetidas ao treinamento de flexibilidade, com duração de 16 semanas e freqüência de três vezes semanais. Durante cada sessão de treinamento, as participantes realizaram três séries de exercícios de alongamento para os grupos musculares de membros superiores, inferiores e tronco, com intervalo de 30 segundos entre as repetições e entre os exercícios. A CF foi avaliada por meio da bateria de testes motores da American Alliance for Health, Physical Education, Recreation and Dance (AAHPERD) tanto no momento pré quanto após oito e 16 semanas de treinamento. Para o tratamento dos dados foi utilizada estatística descritiva (média e desviopadrão), test t de Student para amostras independentes... (Resumo completo, clicar acesso eletrônico abaixo)pt
dc.format.extent41 f.-
dc.language.isopor-
dc.publisherUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
dc.sourceAleph-
dc.subjectEnvelhecimentopt
dc.subjectTreinamentopt
dc.subjectAmplitude de movimentopt
dc.subjectCapacidade funcionalpt
dc.titleEfeito crônico do alongamento estático sobre a capacidade funcional de idosaspt
dc.typeoutro-
dc.contributor.institutionUniversidade Estadual Paulista (UNESP)-
dc.rights.accessRightsAcesso aberto-
dc.identifier.filegallo_lh_tcc_rcla.pdf-
dc.identifier.aleph000607110-
Appears in Collections:Artigos, TCCs, Teses e Dissertações da Unesp

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